Perfil paterno pode afetar vida amorosa dos filhos de forma negativa na fase adulta

Estudos apontam que crianças que foram criadas por pais abusivos ou superprotetores demais estão sujeitas a terem problemas em seus relacionamentos afetivos

Por Metro Internacional

Estudos científicos apontam que ter uma figura paterna com perfil abusivo ou superprotetor demais, pode afetar negativamente a vida amorosa de uma pessoa em sua fase adulta.

Quando o assunto são relacionamentos românticos, as coisas podem ser mais complicadas do que as mulheres gostariam. A busca pelo parceiro "perfeito" é influenciada por vários fatores, mas, infelizmente muitos deles acabam sendo inconscientes – como o fato de uma mulher querer se relacionar com um homem que tenha comportamentos parecidos com o do seu pai. E isso, tanto para o bem quanto para o mal.

Um estudo realizado pela Universidade de Durhanm, na Inglaterra, reforça o fato. Por isso, se você quiser saber como o comportamento do seu pai tem afetado sua vida adulta, leia o texto a seguir.

Veja abaixo os perfis paternos mais comuns:

Severo
Quem teve um pai muito severo, certamente cresceu com um muito medo e com a ideia de que nada pode dar errado, pois as consequências serão ruins. No pior dos casos, a pessoa submetida a esse perfil paterno pode até achar que merece ser maltratada, procurando um parceiro que a trate do mesmo modo que o seu pai. Outra possibilidade, é que esta mesma pessoa assuma o papel que o seu pai desempenhava: controlando e punindo seu parceiro de forma severa.

Superprotetor
Ter um pai superprotetor pode pode até parecer bom em um primeiro momento, mas não se engane: relacionamentos são muito mais do que contar com um parceiro que apenas proteja você.

Imaturo

Se o seu pai foi um tanto quanto imaturo nos seus cuidados, é possível que você se sinta inclinado a buscar homens tão imaturos quanto o seu pai tenha sido com você. O estudo aponta que, neste caso, não é raro encontrar pessoas que escolham um parceiro que tenham que cuidar e proteger.

Ausente
Garotas criadas sem a ajuda do pai podem reagir de maneira insegurana vida adulta, buscando um relacionamento no qual dependam do seu parceiro ou o contrário: assumindo um papel de autossuficiência. Neste caso, por estarem acostumadas a não ter de quem depender, aprendem desde jovens que precisam se virar sozinhas, muitas vezes até achando dispensável formar um vínculo amoroso e duradouro com alguém.

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