4 histórias de mães superpoderosas para inspirar você

Por Metro Jornal Campinas

Os perfis são os mais diferenciados. Diana se viu num quarto de hospital porque sua filha de cinco anos estava com câncer. Harlen decidiu de uma só vez adotar três irmãs.  Joanna foi mãe aos 42 anos. Letícia e Rômela criam três filhos juntas. Da mesma forma, Bruna e Jéssica também se tornaram mães. Em comum, elas têm o amor imensurável pelos filhos. Amam ser chamadas de mães e fazem o possível – e o impossível – para estarem presentes em todos os momentos na vida deles.  Elas, com certeza, são mães superpoderosas!

 

mãe Arquivo Pessoal

“Nunca imaginei ser mãe. Eu brinco com minha companheira que me apaixonei pelas crianças primeiro.”

As duas mamães Letícia Campi, polidora de autos, e Rômela Batista, fotógrafa, se uniram em 2015 e criam juntas os filhos Nicolas, de oito, Otávio, de seis e Nicolle, de quatro anos. “Sempre tive medo de como eles reagiriam por serem criados por duas mães, mas, para minha surpresa, somos uma família unida”, comenta Letícia, que diz não sofrer preconceito. “Para eles, é normal ter duas mães e nós sempre falamos que somos uma família diferente, mas feliz”, diz.

 

mãe arquivo pessoal


“Se tornar mãe foi algo construído. A ficha vai caindo aos poucos. É uma fase muito boa”

Há dois anos e meio, as irmãs Yasmin, Ketlin e Ester entraram na vida da Herlen Folve. “Eu falo que foi um trabalho de parto”, comenta Harlen sobre as horas dentro de um carro entre Campinas e Araxá, em Minas Gerais para conhecer as crianças. As meninas moravam num abrigo e o processo de adaptação foi rápido. “No primeiro mês que elas ficaram, já senti amor”, conta. “O mundo da adoção pinta aquela coisa de cinema. Foi um susto e um impacto ver três crianças. Elas não chegam se entregando, mas hoje são tranquilas”, observa.

mãe Eduardo Carmim/Photo Premium

 

“Eu acredito que o diferencial no tratamento foi o amor e o apoio da família.”

Em setembro de 2015, a assistente social Diana Golçalves de Azevedo Correa recebeu um diagnóstico que lhe trouxe muito sofrimento. Sua filha, Maria Júlia, aos cinco anos foi diagnosticada com câncer. Majú – apelido que ganhou dos colegas do Centro Infantil Boldrini – passou a realizar tratamento para leucemia. Depois de dois anos e meio ao lado da filha, que se recupera em Campinas, Diana diz que as duas venceram uma grande batalha. “Ela chegou no Boldrini sem andar e numa cadeira de rodas. E agora ela está bem e já vai à escola. Ela tem uma vida pela frente”, afirma.

 

mãe Eduardo Carmim/Photo Premium


“Não foi uma opção tê-lo aos 42 anos. Foi a época que deu certo e eu tiro proveito disso.”

Após dois abortos espontâneos, a advogada Joanna Paes de Barros e Oliveira Kiss, de 42 anos, engravidou do filho José Teodoro Paes de Barros e Oliveira Kiss, hoje com quatro anos. “Eu tinha foco na minha carreira e, em contrapartida, eu constitui família tarde”, conta. Apesar de não ter essa perspectiva quando mais nova, Joanna acredita que “as coisas aconteceram inconscientemente. Quanto mais velha, parece que tem mais responsabilidade. Eu tenho mais maturidade para educar”, diz ela .

 

 

Conteúdo Patrocinado
Loading...
Revisa el siguiente artículo