Adolescência: fase complicada, mas nem sempre traumática

Por Caio Cuccino Teixeira
Mudança de ares pode ameaçar a autoestima | Stock.xchng Mudança de ares pode
ameaçar a autoestima | Stock.xchng

A adolescência é uma idade que pede paciência. O corpo e as relações sociais estão mudando e a autoestima tem seus altos e baixos. Para completar, é preciso compreender fórmulas, sistemas políticos e outros temas complexos na escola.

“O estudante entra simultaneamente no ensino médio e no auge da adolescência, e com isso multiplicam-se tanto os encontros com os amigos, as baladas e os colegas nas redes sociais, como as disciplinas e os professores nas aulas”, disse Jaqueline Seviero, coordenadora do ensino fundamental II do Colégio Maxi, de Cuiabá (MT).

Mas essa mudança não será traumática se o adolescente contar com apoio externo. “É função da escola e da família amenizar a transição entre o ensino fundamental II e o ensino médio”, afirma o professor Carlos Walter Dorlass, diretor-geral do Colégio I.L. Peretz, de São Paulo. A instituição segue um programa com medidas especiais para esse rito de passagem, como aulas com professores do 1º e 2º ano do médio já no 9º ano.

Primeiro passo

Deixar para pensar no futuro profissional apenas lá pelo fim do 2º ano do ensino médio pode tornar essa decisão mais assustadora do que deveria ser. Quando bem atendida na escola, desde pequena a criança já vai conhecendo o amplo universo das profissões e criando metas.

“Falar com ex-alunos que já estão na universidade e no mercado de trabalho é uma ação valiosa que a própria escola pode proporcionar”, orienta Dorlass.

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