Novo Audi A3: Sorte que existe o radar

Por Tercio Braga

Dirigir um carro como o Audi A3 Sportback exige uma boa dose de juízo. Pelo menos, essa foi a sensação que a reportagem do Metro teve após testar a versão 1.8 da máquina por aproximadamente 75 km divididos entre a marginal Pinheiros e as rodovias Anhanguera e Bandeirantes.

O motor não deixa dúvidas de que o A3 foi feito para correr. A estabilidade do veículo aumenta a sensação de segurança para o motorista – e, dependendo do condutor, a irresponsabilidade na estrada. Nas curvas, a sensação é de que o carro está grudado no asfalto e, nas retas, que levantar voo não é impossível.

Sorte que existe radar, pois o Sportback ainda não foi capaz de evitar multas. Dentro da cidade, a máquina também se comporta bem. Destaque para o sistema “start stop” do motor, que “desliga” quando se coloca o pé no freio durante uma parada em semáforo. Ao retirar o pé para acelarar, o motor revive sem sustos e ruge forte. Isso não quer dizer que o carro seja barulhento, ao contrário. O veículo é silencioso, mesmo em alta velocidade. Ouvir música dentro do Sportback também é uma boa experiência, graças ao conjunto de alto-falantes que oferece 180 watts de potência sonora.

A experiência de dirigir o Sportback é agradável pelo conforto que o veículo oferece. Ajustes para praticamente tudo – altura do volante, altura e distância do banco, inclusive, do encosto – permitem que o motorista fique à vontade dentro do A3. O teto solar funciona bem e proporciona um belo visual. O computador de bordo também é um ponto interessante, com suas opções de ajustes e funcionalidade. O GPS, por exemplo, ajuda o motorista ao ser colocado, também, em uma tela entre o volante. Não é preciso desviar o olhar para sabe para onde ir. Ponto para a Audi.

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