Pós-pandemia, baladas na Itália exigem dois metros de distanciamento social

Por Metro Jornal com Ansa

Na Itália, um dos países mais afetados durante os primeiros meses da pandemia de covid-19, o isolamento social já começa a ficar para trás. No entanto, na iminência de uma possível segunda onda epidemiológica, os cuidados ainda não podem ser totalmente descartados.

Na região de Toscana, novas medidas restritivas foram adotadas em boates e discotecas. Em decreto assinado pelo governador Enrico Rossi, regras de distanciamento, controle de entrada e até mesmo registro da identidade de cada visitante serão mandatórios nestes estabelecimentos.

A decisão foi tomada após diversos relatos de desrespeito ao distanciamento social e a falta de uso de máscaras de proteção ganharem força nos últimos dias.

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Na pista de dança, pessoas deverão garantir no mínimo dois metros de distância do próximo. Na entrada, visitantes deverão ser contados, e todos os presentes deverão ser registrados em uma lista que deverá ser mantida por até 14 dias, para rastrear possíveis infecções no local.

Além disso, as instalações são obrigadas a disponibilizar informação adequada, como sinalização, áudio, foto e vídeo, sobre as medidas de prevenção contra a pandemia do novo coronavírus Sars-CoV-2, de maneira compreensível também para clientes estrangeiros.

A medida ainda determina que boates e discotecas devem fiscalizar e promover o cumprimento de todas as regras, organizar os espaços para evitar aglomeração e respeitar o número limite de ocupação.

De acordo com o decreto, as normas foram preparadas "dada a repetição de episódios de má gestão de discotecas e, em particular, o não cumprimento do número máximo de visitantes para evitar aglomerações e dada a necessidade de localização de contatos no caso de pessoas infectadas que frequentaram a boate".

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