Após cobra naja, Polícia do Distrito Federal apreende píton

Por Metro Jornal

Após o caso da cobra Naja apreendida em Brasília, a polícia está cumprindo uma série de mandados de busca na casa de pessoas que participariam de uma quadrilha de tráfico de animais exóticos.

Em uma das chácaras foi apreendida uma píton que ele criava achando que era uma sucuri, também conhecida como anaconda, com mais de 8 metros e 80 kg. O animal era alimentado com coelhos. Mais quatro cobras foram apreendidas no local.

Em agosto, o estudante de veterinária Pedro Henrique Santos Krambeck Lehmuhl, 22, foi mordido por uma rara Naja kaouthia que ele criava em sua casa e quase morreu no hospital. Depois, a polícia descobriu que ele e outras nove pessoas estavam ligados a um grupo que importava ilegalmente cobras exóticas para vendê-las.

Ele foi indicado por 11 crimes ambientais, entre eles tráfico de animais silvestres, associação criminosa e exercício ilegal da medicina.

Com informações do Metrópoles.

 

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