Caçador que pagou R$ 150 mil para matar elefantes diz que virou alvo de abuso on-line

Por Metro Jornal

Um caçador da Califórnia que pagou mais de US$ 30 mil (cerca de R$ 159 mil) em um safári de caça à África do Sul para matar elefantes e mais US$ 10 mil (R$ 53 mil) para preservar a cabeça do animal como troféu diz que tem sido vítima de abusos on-line depois que a PETA (ONG que defende direitos dos animais) divulgou vídeo para campanha contra matança de animais por esporte com imagens suas.

O vídeo apresentado na última segunda-feira pretende impedir que caçadores importem ou mantenham troféus de caça, como cabeças de animais, por exemplo. Nas imagens, um jovem elefante anda por um campo de caça no parque Nacional Kruger, na África, quando o caçador Aaron Raby aponta a arma e dispara contra o animal, que cai de joelhos. Ele atira ainda mais quatro vezes antes do filhote de elefante morrer.

Raby é operador de guindaste em Los Angeles. “O que eu fiz é legal. Eu não violei nenhuma lei. Eles vão proibir porque um monte de bebês chorões  não gostam de caçar”, defendeu-se.

Leão morto Reprodução

Não é a primeira vez que ele vira alvo de críticas públicas. No ano passado, depois que postou fotos com um leão morto, chegou a receber ameaças de defensores dos direitos dos animais.

O projeto de lei que impede a importação de troféus de animais já foi aprovado no senado estadual da Califórnia (nos EUA, há o senado federal e estadual) e deve ser votado na Assembléia nesta terça-feira.

Com informações do Daily Mail.

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