Mentor do "crime do Papai Noel" pega 14 anos de cadeia

Por Metro Jornal

Em 2011, a publicitária Renata Guimarães Archilla parou em um semáforo no Morumbi, em São Paulo, e um homem vestido de Papai Noel se aproximou de seu carro fingindo ser uma simples ação natalina quando sacou uma arma e desferiu 3 tiros contra seu peito. Na época, o caso ficou conhecido como "Crime do Papai Noel."

Após investigações, a polícia descobriu que o mandante do crime foi ninguém menos do que o pai dela, o empresário Renato Grembecki Archilla, de 59 anos. À época, Renata havia entrado na Justiça para ser reconhecida como filha do empresário. Para se livrar da situação, ele contratou um policial miliar para matá-la.

Apesar dos 3 tiros, ela sobreviveu e a polícia prendeu o matador PM. Nesta semana, Archilla foi condenado a 14 anos de prisão por tentativa de homicídio duplamente qualificado, motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima, além do agravante de o réu ser pai da vítima.

 

 

 

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