Beber água é fundamental para funcionamento do corpo

Por Caio Cuccino Teixeira
É recomendado que professores incentivem o consumo frequente de água | Robson Ventura/Folhapress É recomendado que professores incentivem o consumo frequente de água | Robson Ventura/Folhapress

A frente fria que se instalou no sul do país no final da última semana ajudou a trazer um refresco, principalmente para as cidades do sul e do sudeste, mas não deve encerrar a onda de calor que tem levado os termômetros a máximas que superam os 30ºC.

Com isso, se para os adultos é difícil trabalhar em ambientes sem ar-condicionado, também para as crianças esse calor intenso pode atrapalhar na aprendizagem. Daí muitas secretarias resolverem adiar o início do ano letivo – como ocorreu esse ano na rede estadual de Santa Catarina. Na região de Blumenau, as aulas, que se iniciariam em 13 de fevereiro, foram transferidas para a última segunda-feira, 17. “O adiamento foi uma atitude de prevenção, porque há localidades que estão tendo falta de energia e água por conta do calor intenso”, explica Maria Isabel Porto Paes Schulz, gerente de Educação da 15ª Regional (que engloba Blumenau, Gaspar, Ilhota, Luis Alves e Pomerode). A decisão foi tomada após uma consulta à Epagri/Ciram, órgão de meteorologia de Santa Catarina.

Apesar de ter sido adotada como medida preventiva, a suspensão das aulas nem sempre é a decisão mais viável para todas as instituições. Por isso, outras opções devem ser consideradas para lidar com as altas temperaturas.

Monitorar ventiladores e aparelhos de ar-condicionado, introduzir um cardápio mais leve, suspender práticas esportivas ao sol ou em ambientes externos e reforçar a necessidade de hidratação frequentemente com os alunos são apenas algumas tarefas que devem integrar a rotina das escolas durante esse período.

Para o médico pediatra do hospital Sírio Libanês, em São Paulo, Alessandro Danesi, os responsáveis na escola devem ir ainda mais longe. “Dentro do possível, reconhecendo que as crianças não estejam se sentindo bem, é preciso encaminhá-las ao médico e avisar os pais.”

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