Mochilão requer calma e mais tempo para passear

Por Carolina Santos
Mochileiros precisam programar paradas estratégicas para organizar o trajeto | Sean Gallup/Getty images Mochileiros precisam programar paradas estratégicas para organizar o trajeto | Sean Gallup/Getty images

Se você está pensando em fazer um mochilão, reserve um bom tempo para a viagem e não imprima ao roteiro o mesmo ritmo das agências de turismo, que conseguem cobrir muitos destinos com excursões.

A dica é do turista profissional Ricardo Freire, que aconselhou um ouvinte que tem 21 dias para apreciar as belezas da América Latina, entre elas o deserto do Atacama, no Chile, e o salar do Yuni, na Bolívia.

“Mais do que qualquer outra viagem, o mochilão tem que ser feito com calma. A cada três ou quatro dias, você tem que incluir um dia de reserva, estepe, para usar se alguma coisa der errado”, explica o especialista.

Por isso, Freire recomenda que alguns trechos da viagem sejam cortados, ou então que o tempo na estrada seja alongado, para que o turista possa aproveitar bem os passeios sem comprometer a saúde.

Quanto a reserva de passeios e ingresso de museus, Ricardo aconselha deixar para comprar tudo no país a ser visitado.

“Em 97% dos casos dá para comprar depois de chegar. Todos os destinos do mundo têm interesse em vender tantas entradas quanto possível. Só devem ser comprados com antecedência aqueles passeios que fazem com que você fure a fila.”

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