Prepare-se para falar muito com o seu pulso

Por Carolina Santos
iWatch. A tendência é relógio inteligente | Divulgação iWatch. A tendência é relógio inteligente | Divulgação

Os relógios por comando de voz de Dick Tracy viraram realidade. Será normal conversar com o seu pulso em público, mas espere, graças aos telefones com Bluetooth, já podemos ouvir pessoas falando sozinhas pelas ruas, então, isso não seria nada demais.

A questão é: atualmente, os iWatch (relógios inteligentes) têm tecnologia suficiente para se popularizarem?  “Somente 100 milhões de relógios inteligentes serão entregues até 2017 em comparação aos 1,6 bilhões de smartphones e 280 milhões de tablets”, prevê Joshua Flood, analista sênior  de mercados inteligentes da ABI Reserch. Entretanto, os iWatch  são fabricados para atrair os chamados fanáticos por iPhones,  por causa de suas funções: e-mail, textos, redes sociais e alertas de torpedos.

De fato, a geração iPhone movimenta um mercado oportuno para o Mutewatch sueco, um “retrô e futurístico” cronômetro como descrito pelo CEO Mai-Li Hammargren. Seu visual é completamente anos oitenta, com um toque do estilo da série de televisão “Super Máquina”, mas com tecnologia anos 2000:  como não há botões, ele é ativado por um estalo do pulso ou um toque na tela, e carregado via USB – a bateria dura de três a quatro dias.

Os iWatchs fazem parte de uma grande moda de tecnologia para vestir, como o dispositivo Google Glass acoplado à cabeça, programado para chegar às lojas dos Estados Unidos no final deste ano e na Europa, no começo de 2014.

No entanto, usar um Mutewatch é uma revolução silenciosa que “lida com um estilo de vida digital”, segundo as palavras de Hammargren. Empresas como a I’m Watch, Martian e Pebble, esperam conseguir usuários conectados às redes sociais, como Twitter e Facebook para uma experiência mais envolvente.

Mas, por que os gigantes da tecnologia estão entrando em um mercado de risco como esse? Flood explica, “um iWatch que sincroniza com o seu smartphone é uma boa forma para marcas como a Apple e a Samsung construírem sua base de tablets e telefones”. E continua: “Este é um dispositivo ótimo nos componentes, muito porque eles têm os parceiros necessários para produzir um  iWatch – apenas em termos de ecossistema e softwares.”

Apesar da produção fácil, vivemos em uma época de dependência digital onde “iWatchs estão tentando ser o mais humano possível e oferecem a melhor maneira de interagir com o seu smartphone”, disse Flood.

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