Ninja ZX-6R 636 superesportiva ganha nova capacidade cúbica

Por Carolina Santos
Ninja-ZX-6R-636 | Divulgação Ninja-ZX-6R-636 | Divulgação

Sem passar nem um ano da chegada da Ninja ZX-6R ao Brasil, a Kawasaki deu um plus em sua superesportiva, aumentando a potência e apresentando uma nova capacidade cúbica de motor com 37 cm³, chamada, agora, de Ninja ZX-6R 636. A nova versão, já disponível no mercado, custa R$ 52.990 – na versão sem freios ABS sai por R$ 49.990.

Fabricada no Polo Industrial de Manaus, no Amazonas, a ZX-6R 636 teve suas características alteradas para ampliar seus horizontes. Afinal, antes da mudança, a moto era focada para os usuários que a usavam em pistas de competição. Hoje, agrada um leque maior de motociclistas. “A grande ousadia da Kawasaki foi se desprender da longa tradição nas competições, em favor das necessidades do usuário comum, que tem prazer na pilotagem em estradas, em curvas sinuosas na companhia dos colegas, e até mesmo no dia a dia”, destaca Ricardo Suzuki, gerente de planejamento da Kawasaki.

Mas, afinal, quais foram as grandes mudanças? A principal delas, de fato, é a capacidade cúbica do motor. Agora com 37 cm³, a ZX-6R 636 reflete em alguns benefícios para o condutor, como o propulsor que tem mais torque em uma rotação mais baixa, chegando a 7,2 kgfm a 11.500 rpm – na versão anterior era 6,8 kgfm a 11.800 rpm. Com isso, o motociclista pode rodar sem muitas reduções de marcha na cidade e, na estrada, engata a sexta e não precisa mais se preocupar.

Os cavalos também foram aprimorados. Dos 128 cv da última versão, a nova versão da moto da Kawasaki tem, agora, 137 cv. Uma adição e tanto, aliás. Com refrigeração mista e quatro cilindros em linha, a ZX-6R 636 ainda conta com um sistema chamado KTRC (Kawasaki Traction Control), desenvolvido para controlar a ação nas arrancadas, evitando que a moto saia do chão.

Visualmente, os traços ficaram mais vincados, as linhas se tornaram mais angulosas e marcantes e os grandes vãos nas laterais da carenagem foram projetados com o intuito de aumentar o fluxo de ar e dissipar o calor gerado pelo motor. O painel também é novo e conta com um conta-giros analógico, um display digital com velocímetro, odômetros, indicador de marcha, consumo de combustível médio e instantâneo, além de um indicador de modo econômico de pilotagem. Com tantas mudanças,o objetivo é se tornar mais competitiva se comparada com sua principal concorrente, a CBR 600 RR, da Honda.

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