Você sabia que existem babás de cachorros? Confira!

Por Carolina Santos
Cuidar do cão em seu próprio ambiente evita traumas e inquietação | André Porto/Metro Cuidar do cão em seu próprio ambiente
evita traumas e inquietação | André Porto/Metro

Todo o mundo que tem um animalzinho de estimação em casa já deve ter passado por aquela situação de precisar pedir para um amigo próximo, familiar ou vizinho prestar uma assistência durante um período de ausência. Na impossibilidade de levar o pet numa viagem ou qualquer ocasião que preveja deixá-lo sozinho por mais tempo do que de costume, muita gente tem preferido contratar o serviço de pet-sitter. Alternativa aos hotéis para animais, é nada senão um serviço de babá, tal qual entrega o nome, em inglês, e que atende durante compromissos ou saídas noturnas dos donos.

“A visita inclui a higiene do local onde o pet costuma ficar, troca de água, ração, limpeza de banheirinho, brincadeiras e saída para um passeio”, explica Rossana Paiva, pet-sitter do Petit-ticos. Segundo ela, alguns donos ficam com o pé atrás no começo, por isso, é política das empresas agendar uma visita com antecedência, a fim de que conheçam a babá, tirem dúvidas e peguem confiança. “Em todas as visitas tiramos fotos, fazemos vídeos e enviamos aos donos, assim eles ficam mais tranquilos”, conta.

Principalmente o público formado por quem mora sozinho e casais sem filhos vêm alavancando a procura por esse tipo de comodidade, que promete não demorar muito para ser tão popular no mercado quanto os passeadores e spas para pets. O motivo, conforme assinala Tatiana Antunes, da Cão Tour, é que trata-se  de “uma excelente solução para quem busca bem-estar, saúde e higiene. O pet é visitado em seu ambiente, sem precisar ficar em locais estranhos ou confinado em gaiolas”. Rossana acrescenta que, “quando o pet permanece em casa, além de ficar mais tranquilo, não tem perigo de pegar doenças de outros animais, algo que é comum em hotéis”.

O ideal é que os donos procurem referências do profissional a ser contratado, que precisa ser especializado em comportamento animal e em primeiros socorros. “Mesmo sem a presença do dono, a visita de um pet-sitter ajuda a causar menos estresse”, observa Tatiana. “O atendimento é personalizado para atender às necessidades individuais de cada animal”, detalha. “Como os cuidados são realizados no próprio ambiente familiar, onde o animal conhece todos os cheiros, sons e se sente seguro, o fato de respeitar sua rotina reduz ao mínimo possível a inquietação, evitando traumas de viagem e prevenindo problemas de saúde e psicológicos”.

 

Pacotes e contrato

No momento da contratação, é de praxe firmar um termo de prestação de serviço, com os dados da babá e do proprietário da casa. “É feito um cadastro com todas as informações do pet e sua rotina, onde o contratante determinará a área a que o responsável terá acesso. Somente o profissional agendado e que visitou  sua residência poderá frequentar o local”, esclarece Tatiana.

A mensalidade para visitas diárias sai em torno de R$ 400, sendo que o preço da hora de uma pet-sitter varia entre R$ 40 e R$ 70. Os pacotes são definidos de acordo com o número de animais na casa e pela quantidade de visitas. Na Petit-ticos, onde a visita de 50 minutos sai por R$ 45, são cobrados R$ 10 a mais por pet. Alguns pets com necessidades especiais, como mais de um horário de medicação ou demanda de passeios extras, podem ser visitados quantas vezes forem necessárias.  METRO

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