Conheça estúdios de SP onde bandas de Rock e MPB gravam seus discos

Por Carolina Santos
Daniel Ganjaman, produtor do El Rocha | Divulgação Daniel Ganjaman,
produtor do El Rocha | Divulgação

Uma das maiores vantagens de se gravar um álbum num estúdio como o El Rocha é a qualidade da captação. Quando você pluga os intrumentos direto no laptop e faz uma produção utilizando-se dos softwares autoexplicativos disponíveis hoje, pode sair bacana, dizem os engenheiros de som, mas nada se compara a uma boa microfonação e às nuances sonoras que podem ser tiradas dos amplificadores, do ambiente acústico e do rolo de gravação analógica de um estúdio. “Somos muito procurados por oferecer uma qualidade de som analógico sem comparação”, afirma Cláudio Takara, proprietário do El Rocha.

Por isso, bandas como Dead Fish, Glória, Ratos de Porão e NX Zero ainda preferem conceber suas produções nesses locais, que cobram por hora. A hora de gravação em São Paulo varia atualmente entre R$ 50 e R$ 100; a sessão mínima de ensaio, de duas horas, fica entre R$ 20 e R$ 50.

Registrar todos os instrumentos separados, que é o que consome mais tempo, porém, não é obrigatório. Visando reduzir os gastos, tem banda que opta por gravar o instrumental ao vivo e captar à parte apenas o vocal. Em espaços como o requisitado Nimbus, a hora sai por R$ 95. “Tudo é negociável”, afirma o encarregado Rodrigo Issobe, mas, levando-se em conta que cada faixa consome uma média de dez horas para ser finalizada, há opções menos salgadas pela cidade. Uma delas é o Rock Together, cujo período sai por R$ 60. “A maioria das bandas prefere fechar pacotes quando vai gravar acima de cinco músicas”, explica o dono do estúdio e ex-guitarrista do Dance of Days, Tyello Silva. “Assim conseguimos combinar um valor fixo com desconto e um número de horas que seja interessante para a banda realizar seu trabalho”.

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