Autossabotagem: será que você é o "encosto" da sua vida?

Não fazer papel de vítima e assumir a própria responsabilidade pode ser fundamental para sair dessa condição

Por Aline Lang

Autossabotagem é a palavra bonita para quando você está criando problemas para si mesmo. Tenho uma forma muito cheia de humor para trabalhar e compartilhar com as pessoas minha experiência com o plano espiritual, as energias densas e nocivas e como lidar com tudo isso no nosso dia a dia.

Então, é comum eu falar desencapetamento, encosto e descarrego de forma leve e que passe a sensação que todos estamos sujeitos ao invisível aos olhos, porém, que tudo pode ser resolvido de forma simples e prática!

A maioria dos clientes me procura para fazer limpezas energéticas e muitos acreditam que estão sob alguma influência externa.

Mas e se eu contar para vocês que só uma pequena parcela da população tem realmente algum problema espiritual e a maioria das pessoas está sendo o próprio “encosto” da sua vida? Autossabotagem, como eu disse!

Você é seu próprio “encosto”?

Eu mesma sou encosto na minha vida às vezes.

Tem muita limpeza energética aqui, mas muito mais me conhecer e perceber quando eu mesma estou criando as condições para que os “ataques” aconteçam.

Observei tanto em mim quanto nos atendimentos que podemos criar condições desfavoráveis nas nossas próprias vidas.

Por isso, separei algumas dicas para que você possa se libertar dessas amarras, dar fim à autossabotagem e deixar de ser seu próprio “encosto”.

Assuma a responsabilidade

Alguns ambientes são carregados, algumas pessoas são realmente encostos vivos e tóxicas. Sim, tem gente com a capacidade de nos deixar sem energia para nada.

Mas o quanto você mesmo coloca nisso a responsabilidade em como você se sente? O quanto você está dando seu poder na mão das circunstâncias e dos outros? O quanto disso você também está criando, mesmo que de forma inconsciente?

Que tal fazer aquela faxina e limpar energeticamente com o que você tem nas mãos?

Não entre na energia da reclamação e mantenha a sua prece interna.

Talvez seja necessário dizer “não” para as pessoas, mesmo que isso desagrade e você seja criticado. Porém, às vezes é inevitável não encontrar com as pessoas e você terá que assumir a responsabilidade pela sua própria energia.

Saia do papel de vítima

Essas são algumas das frases que mais ouço no meu dia a dia como terapeuta:

  • “Ah, mas todo mundo me suga”
  • “Todo mundo fica nas minhas costas!”
  • “Minha família me critica”
  • “Não sou compreendido!”
  • “Tudo é culpa minha/eu faço tudo errado”

Mas aqui vai uma notícia: a culpa não é de ninguém! Não existem culpados! Existe aqui você e sua permissão (mesmo que inconsciente) de que façam isso com você. Já tive clientes que levantaram e foram embora depois de ouvir isso, mas a maioria encarou isso de frente e mudou sua própria vida.

Quando você faz o papel de vítima, sua mente e emoções trabalham contra você e vão te trazer exatamente os problemas que de forma consciente deseja evitar. Vai atrair mais escassez, mais relacionamentos ruins e mais situações difíceis. Você nem precisa de um encosto para te ferrar, não é?

Uma recomendação maravilhosa aqui é liberar os ressentimentos, mágoas, remorsos e rejeições. E, sim, começar a ter a compreensão que você é o único responsável pela sua vida.

Que tal um exercício para dar adeus à autossabotagem?

Não crie expectativas sobre como você deveria ser

Quando criamos expectativas de como deveríamos ser para caber em um lugar ou situação, mesmo que aquilo não nos faça feliz, drenamos nossa energia. Criamos mentalmente que uma boa mulher tem esses pré-requisitos, uma boa terapeuta tem outros, boas mães e bons pais devem se comportar adequadamente.

São tantas as maneiras de nos fazer sentir sempre inferior e não bons o suficiente que o nosso próprio meio já cria e nós vamos lá e terminamos de nos afundar nessa montanha de protocolos.

Nosso julgamento em relação aos outros e nosso autojulgamento são grandes “encostos” também. E nos libertar deles é um livramento! Que tal você experimentar soltar esse controle e ser o que dá e que faz sentido para você ser?

E se ser muito falante for o que te faz feliz, mesmo que não seja adequado? Se ficar em casa no sábado a noite assistindo série for o que te faz feliz e não uma pessoa que não gosta de interação social?

Ser a gente mesmo é um caminho que vale a pena ser percorrido. E aqui vai um alerta: Se você gosta de colocar expectativa em como os outros devem ser, talvez você seja o encosto da vida de alguém. Se libera disso!

Tenha coragem e faça!

Na maioria das vezes nós sabemos o que nos causa mal estar e insistimos em ficar. Nos sentimos presos a situações e pessoas por muitos motivos, e na maioria das vezes podemos escolher sair.

Mas por medo do desconhecido, da dor e desconforto que pode causar, dos nossos traumas e bloqueios, nos sentimos sem saída. Acabamos criando mais resistência, sentimentos e pensamentos nocivos e adoecemos.

Se você chegou até aqui nesse texto, se observou em todos os outros aspectos e realmente sentiu que já fez o que podia, talvez seja a hora de seguir. Traçar um plano e sair disso.

Caso precise de ajuda, peça para alguém de confiança. Procure um terapeuta, médico ou um líder espiritual, mas que seja alguém que não te julgue, te dê a mão e auxilie na travessia.

Todo mundo veio nesse planeta pra ser feliz e pleno, você também pode!

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Aline Lang

Aline Lang é formada em Theta Healing (DNA Básico, DNA Avançado e Aprofundando no Digging); especializações em Manifestação e Abundancia, Alma Gêmea, Ritmo e Peso Perfeito, Theta – Reiki nível I, II, III e mestre, Regressão terapêutica.

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