Supremacia carioca

Após uma edição marcada por títulos pernambucanos, o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro vai destacar a produção do Rio de Janeiro em sua 46ª edição, que acontece de 17 a 24 de setembro.

Anunciada ontem, a seleção terá nove títulos cariocas entre os 30 indicados nas categorias de curtas, documentários e longas de ficção.

“Todos os Dias em que Sou Estrangeiro” é uma das produções do RJ | divulgação “Todos os Dias em que Sou Estrangeiro” é uma das produções do RJ | divulgação

Um deles é “A Estrada 47”, do diretor Vicente Amorim, com Daniel de Oliveira no elenco. Anteriormente batizado de “A Montanha”, o longa tem ares de superprodução e joga luz sobre um grupo de pracinhas da FEB durante a Segunda Guerra.

Outro escolhido para a competição de longas de ficção foi “Avanti Popolo” (SP), de Michael Wahrmann, premiado na Mostra Cinema XXI do Festival de Roma.

Completam a categoria “Depois da Chuva” (BA), de Cláudio Marques e Marília Hughes, “Exilados do Vulcão” (RJ), de Paula Gaitán, “Os Pobres Diabos” (CE), de Rosemberg Cariry e “Riocorrente” (SP), de Paulo Sacramento.

Entre os documentários, destaque para “A Arte do Renascimento” (RJ), de Noilton Nunes, que repassa a trajetória do documentarista Silvio Tendler, tetraplégico desde 2010. A abertura fica por conta de “Revelando Sebastião Salgado”, de Betse de Paula.

A edição marca o retorno do Festival ao Cine Brasília, sua casa de origem, que acaba de ser reformado.  

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