Brasileira passa duas semanas em área afetada por ebola; ouça o relato

Por Nadia
sicóloga paulista Julia Bartsch relata sua vivência no combate ao ebola / Damaris Giuliana/MSF/Divulgação Psicóloga paulista Julia Bartsch relata sua vivência no combate ao ebola / Damaris Giuliana/MSF/Divulgação

A epidemia de ebola na África Ocidental já causou a morte de três funcionários da ONU e 16 da Organização Médicos Sem Fronteiras. Ao todo, são mais de 4.500 mortos em países como Guiné, Libéria e Serra Leoa.

Para dar apoio aos profissionais que lidam diariamente com dezenas de mortes, uma psicóloga brasileira passou duas semanas nos países mais afetados.

De volta ao Brasil, Julia Bartsch relatou a experiência à Bandnews FM. A paulistana tinha a missão de dar suporte aos profissionais da Médicos Sem Fronteiras que tentam há mais de seis meses controlar essa grave epidemia.

Somente na organização, 23 pessoas foram contaminadas, sendo uma delas a médica norueguesa Silje Michalsen, que nessa segunda-feira, foi considerada curada depois do tratamento em Oslo.

O abandono de parentes e familiares nos centros de tratamento de ebola se repete com frequência, segundo a psicóloga Julia Bartsch.

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