Equipes de saúde da Libéria entram em greve

Por Nadia
Número de casos já passa de 3 mil | 2Tango/Reuters Médicos e enfermeiros liberianos não trabalharam | 2Tango/Reuters

As equipes de saúde da Libéria, o país mais afetado pela epidemia de ebola, ameaçaram nesta segunda-feira endurecer sua greve para conseguir receber adicional de periculosidade, enquanto os Estados Unidos acompanhavam de perto o segundo caso de contaminação fora da África.

“A partir desta segunda-feira estaremos em greve nacional em todos os hospitais e centros de saúde, incluindo os centros de tratamento do ebola”, declarou no domingo à AFP o presidente do sindicato do setor, Joseph Tamba.

Na Libéria morreram 2.316 das 4.033 vítimas doença, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

As equipes médicas são muito vulneráveis: 201 profissionais de saúde contraíram a doença na Libéria, 95 dos quais morreram, segundo a OMS.

Dezenas de doentes faleceram na clínica Island de Monróvia, a capital, desde o início da greve, na sexta-feira, indicou um representante dos funcionários.

No entanto, a situação continua sendo difícil de avaliar, já que as autoridades liberianas proibiram o acesso dos meios de comunicação aos hospitais.


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