Obama denuncia agressão russa e afirma que retirará sanções se Moscou escolher a paz

Por Carolina Santos
Barack Obama discursou durante a abertura da Assembleia Geral da ONU | Mike Segar/Reuters Barack Obama discursou durante a abertura da Assembleia Geral da ONU | Mike Segar/Reuters

O presidente Barack Obama denunciou a agressão da Rússia na Europa pelo conflito na Ucrânia e afirmou que os Estados Unidos levantarão as sanções contra Moscou se escolher o caminho da paz, em discurso na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York.

“A agressão russa na Europa lembra os dias nos quais as grandes nações pisoteavam as pequenas na busca de sua ambição territorial”, declarou ante os líderes reunidos em Nova York.

Obama também pediu ao mundo que se some à luta contra os jihadistas do Estado Islâmico (EI).

“Os Estados Unidos trabalharão com uma ampla coalizão para desmantelar esta rede da morte. Hoje peço ao mundo que se some a este esforço”, afirmou Obama, acrescentando que o único idioma que o EI entende é o da força.

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Em relação ao Irã, o presidente americano insistiu que Teerã aproveite a oportunidade histórica para obter um acordo mundial sobre seu contestado programa nuclear.

“Minha mensagem aos líderes e ao povo do Irã é simples: não deixem esta oportunidade história passar”.

Por fim, ele admitiu a existência de tensões raciais nos Estados Unidos.

“Sim, temos nossas próprias tensões étnicas e raciais. E, como todos os países, lutamos continuamente para tentar conciliar as mudanças da globalização e a grande diversidade com as tradições que valorizamos”, afirmou.

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