Epidemia de ebola já provocou 2.288 mortes, segundo a OMS

Imagem mostra morfologia do vírus | Cynthia Goldsmith/CDC/Handout via Reuters/Reuters Imagem mostra morfologia do vírus | Cynthia Goldsmith/CDC/Handout via Reuters/Reuters

A epidemia de Ebola provocou a morte de 2.288 pessoas até 6 de setembro na Guiné, Serra Leoa e Libéria, principais países afetados, em um total de 4.269 casos, anunciou a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Quase metade dos falecimentos (47%) e dos casos (49%) foi registrada nos últimos 21 dias, segundo a OMS.

O balanço anterior da OMS divulgado na sexta-feira reunindo informações de até 6 de agosto evocava 2.105 mortes de um total de 3.967 casos registrados no oeste africano.

Segundo os dados divulgados nesta terça, 1.224 mortes ocorreram na Libéria, 555 na Guiné e 509 em Serra Leoa,

Além disso, oito pessoas morreram na Nigéria, de um total de 21 casos (confirmados, prováveis e suspeitos). E o Senegal confirmou um caso, de três suspeitos. “O avanço dos casos continua a se acelerar em países onde a contaminação ocorre em larga escala e de forma intensa: Guiné, Libéria e Serra Leoa”, observa a OMS.

Na segunda-feira, a OMS alertou que vários milhares de novos casos eram esperados nas próximas três semanas na Libéria, um país que não tem mais leitos disponíveis para acomodar os pacientes do vírus.

A epidemia de Ebola, que atinge atualmente o oeste africano, é a mais grave já registrada.

Taxa de mortalidade

O vírus Ebola, que causa febre hemorrágica, carrega este nome em homenagem a um rio no norte da atual República Democrática do Congo (ex-Zaire), onde foi visto pela primeira vez em 1976. A taxa de mortalidade varia entre 25% e 90% entre os homens.

Outra epidemia de Ebola é tratada em uma área remota do noroeste da República Democrática do Congo, com 32 vítimas mortais em quase um mês.
Itália examina caso suspeito de ebola no centro do país

Médicos italianos estão examinando um paciente que estaria com Ebola, no centro da Itália, informou nesta terça-feira o Ministério da Saúde, em Roma.

O ministério não deu mais detalhes, mas o jornal local “Corriere Adriatico” disse que o paciente sob avaliação é uma mulher na casa dos 40 anos, moradora da cidade de Civitanova Marche, perto de Ancona, que voltou recentemente para a Itália, vinda da Nigéria.

O hospital em Ancona para onde ela foi transferida não quis comentar o assunto.

Nenhuma autoridade regional de saúde comentou de imediato o caso. Se confirmado, esse seria o primeiro caso conhecido de Ebola na Itália.

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