Mortos em protestos da oposição na Venezuela chegam a 39

Por fabiosaraiva

Policiais venezuelanos agridem manifestantes opositores ao governo de Nicolás Maduro | Christian Veron/Reuters Policiais venezuelanos agridem manifestantes opositores ao governo de Nicolás Maduro | Christian Veron/Reuters
Duas pessoas morreram, neste sábado, em incidentes relacionados aos protestos da oposição na Venezuela, em San Cristóbal (oeste) e Maracaibo (oeste), informou o ministro venezuelano do Interior, Miguel Rodríguez, elevando para 39 o número de mortos.

Segundo Rodríguez, depois que policiais retiraram os escombros que bloqueavam uma rua de San Cristóbal, cidade berço das manifestações, três pessoas derrubaram um outdoor para voltar a fechar o acesso na via.

“Esse painel encostou em um cabo de alta tensão, e o cabo de alta tensão alcançou Franklin Alberto Romero Moncada, (um empresário) de 44 anos, que morreu eletrocutado, na hora”, declarou o ministro ao canal estatal VTV, acrescentando que duas pessoas ficaram feridas, entre elas uma menor de idade.

Já em Maracaibo, o “cidadão Roberto Luis Annese, de 33 anos, morreu, quando manipulava uma arma de fabricação caseira. (…) Enquanto fazia uso desse lançador de morteiro, o lançador explodiu e causou sua morte”, explicou Rodríguez.

Em uma nota à imprensa, o Ministério Público informou que ambas as mortes serão investigadas.

Policial venezuelano atira bombas contra manifestantes opositores ao governo de Nicolás Maduro | Christian Veron/Reuters Policial venezuelano atira bombas contra manifestantes opositores ao governo de Nicolás Maduro | Christian Veron/Reuters
Policiais venezuelanos agridem manifestantes opositores ao governo de Nicolás Maduro | Christian Veron/Reuters Policiais venezuelanos agridem manifestantes opositores ao governo de Nicolás Maduro | Christian Veron/Reuters
Policiais venezuelanos tentam conter manifestantes opositores ao governo de Nicolás Maduro | Christian Veron/Reuters Policiais venezuelanos tentam conter manifestantes opositores ao governo de Nicolás Maduro | Christian Veron/Reuters
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