Polícia egípcia prende 148 manifestantes nesta sexta-feira

Por BAND
Partidários do presidente deposto, Mohamed Mursi, têm feito protestos no Egito | Amr Abdallah Dalsh / Reuters Partidários do presidente deposto, Mohamed Mursi, têm feito protestos no Egito | Amr Abdallah Dalsh / Reuters

Ao menos 148 manifestantes partidários do presidente deposto, Mohamed Mursi, foram presos nesta sexta-feira (27) no Egito depois de se reunirem em várias cidades do país, informou uma autoridade policial.

No Cairo e em Ismailiya foram registrados violentos confrontos na dispersão de manifestações islamitas.

Uma coluna de fumaça negra se erguia sobre a zona de dormitórios da Universidade Al-Azhar, no Cairo, de onde os manifestantes respondiam a polícia, que lançava bombas de gás lacrimogêneo, a pedradas.

Outros confrontos foram registrados em Ismailiya, junto ao canal de Suez.

A polícia havia advertido que não toleraria nenhum tipo de protesto da Irmandade Muçulmana –  que exige o retorno ao poder do presidente deposto Mohamed Mursi – depois que o governo incluiu na última terça-feira as atividades desta organização no âmbito da legislação antiterrorista.

A decisão foi promulgada um dia após um atentado contra um edifício policial que deixou quinze mortos, reivindicado por um grupo jihadista, mas denunciado pela Irmandade.

O ministério do Interior havia informado na quinta-feira sobre a morte de um homem em confrontos entre estudantes islamitas e grupos de civis adversários de Mursi nas imediações da Universidade Al-Azhar.

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