Procon-SP já aplicou R$ 28,5 mi em multas por preços abusivos na pandemia

Cobrança pune venda de itens essenciais por preços acima do mercado e práticas que infringem o Código de Defesa do Consumidor

Por Metro Jornal

O Procon-SP (órgão paulista de defesa ao consumidor) já impôs R$ 28,5 milhões em multas a fornecedores que cobraram preços abusivos ou infringiram o CDC (Código de Defesa do Consumidor) durante a pandemia de covid-19.

Mais de 5 mil farmácias, supermercados e outros comércios passaram por fiscalizações do órgão nos últimos meses. Estabelecimentos na capital paulista concentram R$ 4,9 milhões das multas aplicadas.

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De acordo com o secretário de Defesa ao Consumidor, Fernando Capez, itens essenciais como álcool gel, máscaras e alimentos não podem ter preços elevados de forma injustificada. “Não é admissível que as empresas aproveitem o momento de dificuldade pelo qual passamos para exercer práticas que complicam ainda mais a vida das pessoas”, afirmou.

Em balanço com dados até 20 de agosto, o Procon-SP já registrou mais de 7,6 mil reclamações formais, além de 8,3 mil denúncias nas redes sociais e 4,6 mil consultas e dúvidas sobre consumo em tempos de pandemia. Agências bancárias e companhias aéreas concentram as reclamações.

Para denunciar práticas abusivas, consumidores devem buscar o sistema do Procon-SP, disponível em site ou aplicativo para sistemas Android ou iOS. Denúncias também podem ser feitas nas redes sociais, marcando @proconsp e indicando o endereço ou site do estabelecimento.

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