Sindicato de escolas particulares pede que Justiça libere volta às aulas

Por Metro Jornal com Estadão Conteúdo

Nesta quinta-feira (20), o Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado de São Paulo (Sieeesp) entrou com pedido de liminar no Tribunal de Justiça para reverter decisão da Prefeitura de São Paulo, que proibiu a volta às aulas na capital em 8 de setembro.

O sindicato representa as escolas da rede privada paulistana, e afirma que a ação visa "suspender os efeitos do ato coator do prefeito, com a determinação judicial de que seja liberado aos estabelecimentos particulares de ensino retornar às suas atividades educacionais presenciais opcionais".

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Fundação Renova - agosto 2020

O argumento da rede privada é que o Plano São Paulo, do Governo de São Paulo, prevê a retomada de aulas presenciais em cidades que estejam há mais de 28 dias na fase amarela da retomada econômica. Este é o caso da capital paulista – entretanto, inquérito sorológico da Prefeitura viu riscos em permitir a abertura das escolas.

O argumento do prefeito Bruno Covas é de que crianças e adolescentes sem sintomas são potenciais disseminadores da doença. No estudo, que examinou 6 mil estudantes da rede municipal, apontou que 16,1% têm anticorpos para o novo coronavírus. Do total, 64,4% são assintomáticos para a covid-19, dado que preocupa a gestão pela possibilidade de disseminação.

Para todo o Estado, foi fixada a data de retorno no dia 7 de outubro.

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