São Paulo adia retorno das aulas presenciais para outubro

Atividades de recuperação e reforço, porém, já poderão ser retomadas em setembro

Por Metro Jornal

O governo de São Paulo decidiu atrasar em um mês a data prevista para o retorno gradual das aulas presenciais. A medida vale tanto para o ensino público quanto o privado.

Com isso, a expectativa é que as escolas possam reabrir apenas no dia 7 de outubro. Para a data inicial de retorno, no dia 8 de setembro, ficaram permitidas apenas a retomada de atividades como reforço e recuperação – caso seja de comum acordo com a comunidade escolar da unidade, como pais, alunos, professores e funcionários.

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Segundo o governador João Doria (PSDB) somente municípios que estejam por, no mínimo, 28 dias na fase amarela do Plano São Paulo, de flexibilização da quarentena, poderão voltar com as aulas presenciais. É o caso da cidade de São Paulo, que segue com a mesma classificação pela próxima quinzena.

Para reabrir, as escolas deverão atender a uma série de exigências para evitar o contágio da covid-19, doença transmitida pelo coronavírus Sars-CoV-2. Entre elas está o limite de alunos em sala de aula, uso obrigatório de máscara, o distanciamento social entre alunos, corpo docente e funcionários, o reforço de serviços de limpeza e o uso de álcool gel.

Na rede estadual, o governo vai distribuir milhões de unidades de equipamentos de proteção individual e produtos de higiene, como 12 milhões de máscaras, 112 mil litros de álcool em gel e 221 mil litros de sabonete líquido.

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