Alckmin tem R$ 11,3 milhões de bens bloqueados pela Justiça Eleitoral

Ex-governador de São Paulo é réu em processo que investiga caixa dois, corrupção e lavagem de dinheiro

Por Metro Jornal

O ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) teve bloqueio de R$ 11,3 milhões em bens – incluindo imóveis e valores em contas bancárias. O pedido foi feito pela Polícia Federal e aceito pela Justiça Eleitoral, que julga o político por caixa dois, corrupção e lavagem de dinheiro.

O texto foi assinado na sexta-feira (31) pelo juiz Marco Antonio Martin Vargas, da 1ª Zona Eleitoral da capital paulista, e divulgado nesta quarta-feira (5). Além de Alckmin, foram atingidos Marcos Monteiro, ex-tesoureiro do PSDB e ex-secretário estadual, e Sebastião Alves de Castro, ex-assessor. O total de bens bloqueados da dupla é de R$ 9,3 milhões.

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Geraldo Alckmin é acusado pelo MP-SP (Ministério Público de São Paulo) de receber R$ 11,3 milhões em doações não declaradas da Odebrecht para as campanhas eleitorais pelo governo de São Paulo em 2010 e 2014. A denúncia foi apresentada em delações premiadas de três ex-funcionários da empreiteira.

Em nota, a defesa do ex-governador afirma que as acusações são “falsas e injustas” e que irá provar a “improcedência” delas na Justiça. O presidente estadual do PSDB-SP reiterou a “confiança na idoneidade do ex-governador”. Advogados de Marcos Monteiro também negam as acusações.

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