Bolsonaro veta projeto que prioriza mulher chefe de família no pagamento do auxílio emergencial

Por Metro com Rádio Bandeirantes

O presidente Jair Bolsonaro vetou integralmente o projeto de lei que previa a prioridade a mulher chefe de família no pagamento do auxílio emergencial. O veto foi publicado na edição do "Diário Oficial da União", que saiu na madrugada desta quarta-feira (29).

O auxílio emergencial é pago em dobro (R$ 1,2 mil) a mães solteiras. No entanto, mulheres reclamam os CPFS dos filhos estão sendo usados por outras pessoas, como o pai da criança, para sacar o benefício. O projeto de lei vetado previa que os dados fornecidos pela mulher fossem priorizados.

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O texto também estendia a pais solteiros a possibilidade de receberem duas cotas do auxílio em três prestações.

Para justificar o veto, Bolsonaro argumentou que o projeto não apresenta impacto orçamentário e financeiro, o que, segundo ele, viola a Constituição. “Ademais, o projeto se torna inviável ante a inexistência nas ferramentas e instrumentos de processamento de dados, que geram a folha de pagamento do auxílio emergencial, de dados relacionados a quem possui efetivamente a guarda da criança”, afirmou.

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