Fiocruz volta a liberar mosquitos Aedes que combatem dengue e febre amarela

Por Metro Jornal com Agência Brasil

O programa da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para combate de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti no Brasil foi retomado nesta segunda-feira (22), com o início da liberação de mosquitos portadores da bactéria Wolbachia.

A iniciativa, que visa impedir a transmissão da zika, dengue, chikungunya e a febre amarela urbana, foi interrompida há três meses por conta da crise do novo coronavírus.

O chamado Método Wolbachia consiste em introduzir, nos mosquitos Aedes aegypti, a bactéria Wolbachia, microorganismo intracelular que impede o desenvolvimento destas quatro doenças dentro do inseto.

Uma vez que estes mosquitos são liberados no ambiente, eles se reproduzem com mosquitos de campo e ajudam a criar uma nova geração de mosquitos com Wolbachia, segundo a Fiocruz.

Este método começou a ser aplicado em 2015, em cidades do Estado do Rio de Janeiro. Em menos de dois anos, os pesquisadores constataram que a população de Aedes aegypti com Wolbachia nos locais estava em 90%.

Agora, os mosquitos portadores da bactéria serão liberados nos bairros de Ramos, Olaria e Bonsucesso, na zona norte do Rio.

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