Obras da linha 17-Ouro fecham marginal Pinheiros e afetam CPTM no fim de semana

Pista expressa da via será bloqueada e estações da linha 9-Esmeralda ficarão fechadas

Por Metro Jornal

A marginal Pinheiros terá novo bloqueio neste fim de semana para a continuidade das obras de implantação da linha 17-Ouro do Metrô de São Paulo. A linha 9-Esmeralda, da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), também terá alterações, com operação parcial.

Segundo a STM (Secretaria de Transportes Metropolitanos), ligada ao governo estadual, a intervenção terá início às 23h de sábado (23). A pista expressa da marginal Pinheiros será bloqueada, sentido Castelo Branco, na zona sul: da rua Engenheiro Mesquita Sampaio, na região de Santo Amaro, até a rua Flórida, no Itaim Bibi.

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A reabertura das faixas está prevista às 5h da segunda-feira (25). Já na pista local, uma faixa da direita próxima à estação Berrini (linha 9-Esmeralda), segue fechada diariamente, das 7h às 17h, até o dia 30 de maio.

A linha 9-Esmeralda terá sua circulação interrompida entre as estações Santo Amaro e Berrini durante toda a operação do domingo (24). Ônibus do sistema Paese (Plano de Ajuda a Empresas em Situação de Emergência) farão o trajeto entre as estações afetadas, sem cobrança adicional.

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Situação da linha 17-Ouro

A linha 17-Ouro, em sistema monotrilho, busca em seu projeto ligar a estação Jabaquara (linha 1-Azul) com a estação São Paulo-Morumbi (linha 4-Amarela). Seu trajeto passará pelo aeroporto de Congonhas e bairros como Campo Belo, Itaim Bibi e Vila Andrade.

Na primeira fase, estão em construção oito estações, no trecho entre o Jardim Aeroporto e a estação Morumbi da CPTM. A previsão inicial era que a linha começasse a operar em 2013, para a Copa do Mundo de 2014.

Uma série de atrasos e problemas contratuais levaram à paralisações das obras e rescisões de contratos com construtoras. Em janeiro deste ano, um novo contrato foi assinado para as obras remanescentes e uma licitação em andamento permitirá a compra de trens – ambos os contratos, porém, não vigoram por processos jurídicos. A previsão de término é de 2022.

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