São Paulo tem 451 comércios interditados por furar quarentena

Por Metro Jornal

A cidade de São Paulo está em quarentena desde o dia 24 de março, mas isso não impede que lojas e prestadores de serviços furem a determinação e abram seus negócios. De acordo com a prefeitura, até esta quinta-feira (21) foram interditados 451 estabelecimentos que não cumpriram o decreto de fechamento do comércio não essencial.

As regiões com mais negócios flagrados operando ilegalmente são a Sé, no centro, com 147 ocorrências; Freguesia do Ó e Brasilândia, na zona norte, com 39 ocorrências; e Aricanduva, Formosa e Carrão, com 38 ocorrências.

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Os estabelecimentos flagrados desrespeitando o decreto municipal devem pagar multa de R$ 9.231,65 a cada 200 m² de área construída. Em caso de reincidência, os comércios interditados podem perder o alvará de funcionamento.

A Prefeitura de São Paulo afirma que 2 mil agentes foram designados para fiscalizar o comércio e garantir que serviços não essenciais estejam fechados durante o período de quarentena. Os negócios que respeitarem a ordem de interdição poderão reabrir ao fim da quarentena.

O decreto atual vai até o dia 31 de maio. A cidade de São Paulo tem 42.417 casos confirmados de covid-19, doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2). Já são 3.087 óbitos. Outros 147.991 pacientes são suspeitos para a doença e 3.412 mortes aguardam o resultado de testes.

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