São Paulo tem 235 comércios interditados por furar quarentena

Por Metro Jornal

A cidade de São Paulo está em quarentena desde o dia 24 de março, mas isso não impede que lojas e prestadores de serviços furem a determinação e abram seus negócios. De acordo com a prefeitura, até quinta-feira (30) foram interditados 235 estabelecimentos que não cumpriram o decreto de fechamento do comércio não essencial.

As regiões com mais negócios flagrados operando ilegalmente são a Sé, no centro, com 96 ocorrências, Aricanduva, na zona leste, com 23 ocorrências, e Santo Amaro, na zona sul, com 22 ocorrências. Em caso de reincidência, os comércios interditados podem perder o alvará de funcionamento.

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A Prefeitura de São Paulo afirma que 2 mil agentes foram designados para fiscalizar o comércio e garantir que serviços não essenciais estejam fechados durante o período de quarentena. Os negócios que respeitarem a ordem de interdição poderão reabrir ao fim da quarentena.

O decreto atual vai até o dia 10 de maio, mas o aumento de casos e mortes no município e queda do índice de isolamento social podem prorrogá-lo. Em entrevista à Rádio Bandeirantes na quinta, o prefeito Bruno Covas afirmou que o município estuda fazer bloqueios em vias para desestimular a formação de trânsito na cidade.

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