Coronavírus: restrições se espalham, mas (ainda) sem quarentena

Covid-19. Governos estaduais restringem atos públicos, suspendem aulas, mas sem isolamento; casos chegam a 200 confirmados no país

Por Metro Jornal

O aumento de casos de Covid-19 no Brasil –doença causada pelo novo coronavírus– fez  autoridades federal e estaduais orientarem ou decretarem medidas para evitar aglomerações e restringir no que for possível a circulação de pessoas. Segundo o Ministério da Saúde, até as 19h15 de ontem eram 200 casos confirmados, a maioria deles, 136, no estado de São Paulo (veja mapa). Há ainda outros 1.913 casos suspeitos.

São Paulo e Rio, cidades com transmissão comunitária do vírus detectada –quando não é mais possível determinar a origem da infecção– lideraram, ao lado do Distrito Federal, as medidas restritivas, como suspensão de aulas e veto a eventos públicos governamentais, além de orientação para que eventos particulares sejam evitados. Ao longo do fim de semana, outros estados pelo país  anunciaram medidas semelhantes. Ontem, as missas no Santuário Nacional de Aparecida foram suspensas, por medida judicial, por 30 dias.

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Mas, por ora, não há quarentenas decretadas, o que significa que as pessoas sem sintomas da doença vão continuar a sair para atividades cotidianas, inclusive usando transporte público. E, por isso, é necessário tomar alguns cuidados para evitar a contaminação. A principal é: lavar sempre as mãos com água e sabão.

 

Hospital, só grave

Procurar um hospital só é recomendado em casos de falta de ar. Pacientes com outros sintomas, como febre e coriza, devem se dirigir a postos de saúde.

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