Black Friday: O que você precisa saber antes de começar a comprar

Por Metro Jornal

Tudo pronto para a Black Friday? Meia-noite começa o evento que já se tornou a segunda maior data do comércio no país, ficando atrás somente do Natal. E muitos se programam e esperam o ano todo para fazer bons negócios e comprar objetos de desejo – de celular a imóveis -,  e/ou serviços – de curso de línguas a festa de casamento -, neste dia.

Como nem tudo são maravilhas… Com o crescimento da Black Friday, também aumentam as reclamações.“Essa é uma data bastante online. Como tem muita gente procurando, aparecem vários sites falsos com golpes”, alerta Felipe Paniago, diretor de operações do Reclame Aqui.

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Black Friday: O que você precisa saber antes de começar a comprar

Existem dois tipos muito comuns: o que falsifica páginas de grandes lojas e outro que coloca um site novo apenas para a Black Friday. “Por isso, é preciso ficar atento à barra de endereços do site, porque às vezes o que muda é apenas uma letra”, explica Paniago.

Para não cair em ciladas e ficar apenas com a parte boa da história, fique atento e boas compras!

Black Friday: dicas para começar

Pesquise (muito!)
Quer comprar um produto ou um serviço? Então pesquise, compare os preços e pesquise mais uma vez. Buscar antes pelo que você quer pode te livrar de muita dor de cabeça. Pode até acontecer algum problema depois, mas certamente, comprando em locais confiáveis, será mais fácil de resolver.

Vá no site
Muitos golpes chegam em links enviados por email e também correntes pelo WhatsApp. Na dúvida, busque o produto depois de entrar na página principal da loja online. Se o desconto for real, ele vai estar ali.

Pague no cartão
Pagamentos realizados com boletos não são rastreáveis, o que faz com que esse seja o meio favorito de pagamento de sites suspeitos. Com cartão de crédito, os estelionatários podem ser identificados, em casos de um eventual golpe.

A cada clique, um print
Viu uma propaganda interessante? “Printe” a tela antes de ir para o site. Essa atitude pode ajudar caso você caia em uma propaganda falsa. Nesses casos, vale sempre o preço mais baixo.

Vá no seguro
Faça as compras com atenção. “Melhor comprar em sites que já conhece, e pesquise bastante antes de finalizar”, orienta Paniago. Não é hora de arriscar com sites novos: muitos deles são criados especificamente nessa época do ano, para a aplicação de golpes. Se for arriscar, verifique a reputação daquela loja e tome cuidado com as formas de pagamento.

É presente de Natal?
Quando sua compra será entregue? Se o prazo for de 20 dias úteis, o seu produto só vai chegar no ano que vem, é importante estar ciente.

Metade do… dobro?!
Infelizmente, algumas lojas sobem os preços dias antes, para depois oferecer “descontos” que, na verdade, correspondem ao valor original daquele produto. “Vá atrás do preço em outras lojas, para não cair naquelas famosas promoções ‘metade do dobro’”, indica o diretor da Reclame Aqui.

A vista
Se você está comprando em uma loja física, saiba que ela pode oferecer descontos ainda maiores de acordo com a forma de pagamento. “Muitas vezes a loja aumenta o desconto se você for pagar no débito, em apenas uma vez no cartão ou até mesmo em dinheiro”, diz o diretor do Reclame Aqui.

Atenção ao frete
Às vezes, o pulo do gato está justamente no frete. “A gente já pegou várias vezes em que os valores de frete eram mais caro até que o próprio produto”, conta Paniago. Por isso, cuidado na hora em que estiver finalizando sua compra.

Etiquetas erradas
Lembre-se de que a regra do preço mais baixo também vale para as lojas físicas. Se o valor das prateleiras é diferente do que aparece no caixa, reclame e garanta o seu desconto: essa proteção está prevista em lei.

A URL é correta?
Não esqueça de verificar a barra de endereços: muitas vezes é assim que você se livra de um golpe. “Existem golpistas que copiam todo o layout de sites de lojas famosas e mudam apenas uma letra do domínio. O consumidor clica em alguma propaganda, não se dá conta e acha que está realmente no site daquela loja. Aí faz a compra e não tem jeito, perde o dinheiro”, diz o diretor do Reclame Aqui.

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