Polícia investiga causa da morte de menina de 3 anos que foi espancada em SP

Por Metro Jornal

A polícia investiga nesta quinta-feira (21) o caso de Micaelly Luiza de Souza Santos, menina de 3 anos de idade que morreu na terça (19) após ser espancada em Itaquera, zona leste de São Paulo. Laudos periciais estão sendo produzidos, enquanto o corpo da criança foi velado e enterrado na quarta (20).

A mãe e o padrasto da menina – o casal Isadora Pereira de Souza, 20 anos, e Ewerton Queirós Laurenço, 30 – estão detidos sob suspeita de terem cometido o crime e tiveram a prisão temporária decretada na quarta.

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Micaelly foi levada ao hospital com ferimentos no dia 5 de novembro. A equipe médica desconfiou das marcas no rosto, tórax, braços e pernas e acionou a polícia e o conselho tutelar. A mãe da garota foi ouvida, mas negou haver mau-trato.

Depois de 13 dias internada, a menina recebeu alta na última segunda-feira e foi deixada pela avó materna de volta para a casa da mãe e do padrasto. No dia seguinte, Micaelly foi levada novamente para o hospital, mas já estava morta, com mais ferimentos e também sinais de que pode ter sofrido violência sexual.

O casal foi ouvido pela polícia e negou o crime. A polícia aguarda o laudo do IML (Instituto Médico Legal) para saber a causa da morte.

Guarda provisória

O exame pericial após o primeiro atendimento médico não foi conclusivo para determinar se Micaelly foi vítima de agressão. Sem a comprovação, a polícia não pediu a prisão do casal.

Neste intervalo, porém, a Justiça determinou que a avó materna deveria ficar com a guarda provisória da criança por seis meses.

Em depoimento, a avó disse que só levou a neta de volta para a casa da sua filha e do padrasto porque não havia sido comunicada oficialmente da decisão.

O Tribunal de Justiça afirmou que a avó foi orientada das suas obrigações sobre a guarda provisória.

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