Dez dicas para não se tornar vítima de fraude em falsas lojas virtuais

Por Metro Jornal

Pesquisa mostra que 71% dos consumidores brasileiros que foram vítima de fraude eletrônica já deixaram de comprar em algum site por desconfiar da sua idoneidade. Os dados são de uma pesquisa realizada pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito), que ouviu 917 consumidores em 27 capitais do Brasil, homens e mulheres, com idade igual ou superior a 18 anos e de todas as classes sociais.

A maioria (83%) dos entrevistados, de acordo com o levantamento, se considera mais vulnerável à ocorrência de fraudes, sobretudo ao realizarem compras com cartão de crédito ou débito. Para 69%, as instituições financeiras são os principais responsáveis em desenvolver medidas para evitar fraudes.

Os especialistas, porém, divergem. “É um engano pensar que a responsabilidade pela integridade e pela proteção de informações pessoais caiba apenas ao governo e às empresas”, afirma o presidente da CNDL, José César da Costa. “O usuário também precisa adotar medidas de prevenção, sobretudo ao lidar com perfis nas redes sociais e dispositivos eletrônicos”.

Como não cair no golpe de falsas lojas virtuais

  1. Pesquise a idoneidade
    Confira os dados comerciais da empresa. Os canais de venda virtuais são obrigados a fornecer dados como razão social, endereço, telefone e CNPJ em sua página principal
  2. Sem contato, nem pensar
    Quanto mais fácil você localizar telefones, endereços e e-mail, mais confiável é o site
  3. De olho na certificação digital
    As lojas virtuais que se prezam buscam obter selos de segurança e certificações digitais. Os endereços de sites de comércio eletrônico devem começar com ‘https’ e não ‘http’
  4. Atente à qualidade dos textos
    Procure pistas de golpe no site. Erros de português e fotos de má qualidade são indícios de sites construídos de forma amadora
  5. Conheça a reputação da empresa
    Consulte a idoneidade do site em órgãos como o Reclame Aqui. O Procon mantém uma lista das empresas que recomenda evitar
  6. Peça indicações
    Peça indicações de parentes e amigos, sobretudo daqueles que têm o hábito de comprar pela internet
  7. Leia a política do site
    Você conhecerá as medidas de segurança e o sistema de trocas e devolução. Quanto mais confiante você estiver, melhor será sua compra e mais protegido estará o seu CPF
  8. Use dispositivos seguros
    Utilize wifi, computador ou smartphone seguros. Nunca faça compras virtuais por meio de computadores de outras pessoas ou usando redes públicas de wifi. Isso só aumenta a chance de ação de pessoas mal intencionadas
  9. Fuja de promoções mirabolantes
    Preços muito reduzidos podem ser sinal de tentativa de fraude
  10. Guarde os comprovantes
    Imprima ou salve as telas que indicam que a compra foi fechada, anote códigos de confirmação e guarde e-mails que chegam à sua caixa com dados da transação. Eles podem ser úteis no futuro

Fonte: Serasa

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