Estados Unidos tem três mortes por uso de cigarros eletrônicos

Por Metro Jornal

Os perigos para a saúde com o uso do cigarro já são bastante conhecidos em todo o mundo – em muitos países, como o Brasil, seus riscos são divulgados na própria embalagem do produto. Uma tendência em ascensão por fumantes, porém, está começando a alertar autoridades americanas: o cigarro eletrônico.

Sua principal diferença é que, ao invés da fumaça, os aparelhos que administram a nicotina – aqui em formato líquido ou em sais – emitem vapor. O uso do cigarro eletrônico, apresentado como um alternativa mais saudável, está dando sinais que pode ser tão nocivo quanto o cigarro convencional.

Nos Estados Unidos, três pessoas já tiveram mortes confirmadas por complicações de saúde causadas pelo uso do cigarro eletrônico – um quarto caso está sob suspeita. Outras 450 pessoas em 33 estados americanos tiveram problemas pulmonares graves após usarem os aparelhos.

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Em um editorial no "The New England Journal of Medicine", o professor de Harvard David C. Christian pede que médicos desencoragarem pacientes a usar cigarros eletrônicos, por não ser claro quais substâncias podem ser prejudiciais – apenas os fluidos contém “pelo menos seis grupos de componentes potencialmente tóxicos”, afirmou.

O CDC, centro de controle e prevenção de doenças dos Estados Unidos, informou em nota que está investigando as mortes, pacientes doentes e os riscos do uso de cigarros eletrônicos. “Pessoas devem não considerar usar esses produtos”, disse em nota a médica Dana Meaney-Delman, que lidera a pesquisa.

cigarros eletrônicos Pixabay
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