Doria: Bolsonaro deveria 'cuidar mais do seu povo' e 'brigar menos'

Por Metro Jornal com Rádio Bandeirantes

João Doria afirmou, nesta quinta-feira (5) que Jair Bolsonaro deveria “cuidar mais do país e do povo”, com “menos brigas, acusações e agressões”.

A declaração é o mais novo capítulo da troca de farpas entre o governador e o presidente da República, que chegou a chamar a pré-campanha de Doria à presidência de "ejaculação precoce".

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O tucano disse acreditar que Bolsonaro ainda seja capaz de atender às expectativas dos que votaram nele, mas precisa adotar outra postura: “Tomo a liberdade aqui de sugerir ao presidente Jair Bolsonaro que cuide mais do seu país, mais do seu povo. Menos briga, menos confusão, menos acusação, menos agressões”.

Quanto ao que Bolsonaro falou sobre a ex-presidente do Chile Michelle Bachelet, Doria classificou o episódio como “indelicadeza” e afirmou que o presidente deveria pedir “desculpas”: “Foi uma indelicadeza do presidente. Acho que ele pode compreender, talvez recuar e pedir desculpas”.

Em entrevista a jornalistas no Palácio do Planalto, o chefe de Estado respondeu observações de Bachelet sobre a democracia e segurança pública no Brasil.

"[Bachelet] investe contra o Brasil na agenda de direitos humanos (de bandidos), atacando nossos valorosos policiais civis e militares. Diz ainda que o Brasil perde espaço democrático, mas se esquece que seu país só não é uma Cuba graças aos que tiveram a coragem de dar um basta à esquerda em 1973, entre esses comunistas o seu pai, brigadeiro à época", escreveu.

O governador de São Paulo também defendeu um alinhamento maior entre Bolsonaro e a equipe econômica. Para o tucano, as idas e vindas sobre o teto de gastos, por exemplo, acabam criando instabilidade e podem prejudicar o país.

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