Parques de São Paulo disponibilizam locais seguros para donos levarem cachorros

Por Metro Jornal

Mesmo na “selva de pedra”, ainda é possível sair para passear com seu cãozinho em um lugar seguro e divertido. Os cachorródromos, também apelidados de ‘parcães’, estão espalhados por diversos pontos da capital e são ideais para quem procura um local gratuito e espaçoso para os pets correrem e gastarem energia.

Por serem áreas cercadas por portões de acesso, o tutor pode soltar seu cachorro da guia e deixá-lo brincar livremente. Instalados em praças e parques, muitos destes espaços também têm equipamentos para os pets se exercitarem.

parcães Metro

Consultor de empresas, Fernando Braga, 30 anos, conta que Dobby, um cachorrinho de seis meses da raça inglesa whippet, fica doido para ir brincar no ‘parcão’ localizado no parque Buenos Aires, em Higienópolis (centro). “É uma maravilha de espaço, bem grande e perfeito para ele socializar com outros animais”, afirma Braga. “Em casa não tenho espaço, então ele ama correr aqui.”

Rodrigo Augusto, personal trainer de 32 anos, também costuma levar a sua golden retriever de cinco meses Hannah todos os dias ao cachorródromo. “É espaçoso e tranquilo, ela simplesmente adora.”

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Antes da reforma do ‘parcão’ do parque Buenos Aires – que foi reinaugurado em maio com pista cimentada, bebedouros, bancos de madeira, uma nova caixa de areia e também uma parte recoberta com grama –, a engenheira civil Luciana Aires, 40 anos, já levava suas duas cadelas para brincar: Sophie, uma yorkshire terrier de nove anos, e Laila, uma golden retriever de cinco anos. “Venho três vezes por semana, à tarde. A Sophie prefere ficar no colo, mas a Laila se solta, gosta de correr, rolar. É perfeito para gastar a energia, e ainda sem medo de fugirem.”

Na Vila Madalena (zona oeste), no ‘parcão’ localizado na praça Maria Noeli Carly Lacerda, Mariana Mendes, tradutora de 31 anos, passeia todos os dias com suas vira-latas Pipa, de cinco meses, e Amora, de três. “Nessa praça tem bastante obstáculo. É bom porque as duas têm muita energia, que não podem gastar quando estão na coleira.”

Para usar o ‘parcão’, o pet deve estar vacinado, vermifugado e tratado com antipulgas e anticarrapatos. Para mais informações e endereços de outros espaços na capital, acesse o site do projeto.


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