Rio de Janeiro espera tirar 3 bilhões de sacolas plásticas de circulação por ano

Por Estadão Conteúdo

O Rio de Janeiro espera reduzir em nada menos que 3 bilhões por ano o número de sacolas plásticas em circulação no Estado. Entra em vigor nesta quarta-feira, 26, uma lei que proíbe a distribuição e a venda de sacolas descartáveis em estabelecimentos comerciais.

Segundo a Associação de Supermercados fluminense, o consumo atual das sacolas convencionais, produzidas 100% com petróleo, é de 4 bilhões por ano.

Com a proibição, os mercados passarão a oferecer novas sacolas, produzidas com pelo menos 51% de fontes renováveis, como milho e cana, que poderão ser reutilizadas por até 50 vezes. "Atualmente, são 20 bilhões de sacolas em apenas cinco anos", frisou o deputado estadual Carlos Minc (PSB), autor da lei. "É claro que o meio ambiente não aguenta."

Veja também:
Saque do abono salarial do PIS 2018/2019 vai até sexta-feira
Cresce número de idosos que morrem depois de sofrer quedas

Até dezembro, os mercados vão distribuir gratuitamente duas sacolinhas recicláveis para cada cliente. Quem quiser usar mais terá de pagar R$ 0,08 por unidade. A partir de janeiro, todas serão cobradas. E mesmo essas sacolas deverão ter seu uso gradualmente reduzido já a partir do próximo ano.

A meta é melhorar situações como a da Baía de Guanabara, como destaca o diretor do AquaRio, o biólogo marinho Marcelo Szpilmann. "Hoje, o maior problema é o lixo descartado de forma incorreta nos rios que desembocam na baía, onde temos verdadeiras ilhas de plástico", afirmou. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Conteúdo Patrocinado
Loading...
Revisa el siguiente artículo