Brasileiros mortos no Chile são identificados

Por Metro Jornal

Os seis turistas brasileiros encontrados mortos na última quarta-feira em um apartamento alugado em Santiago, capital do Chile, foram identificados ontem. São eles: Fabiano de Souza, 41 anos; sua mulher, Débora Muniz Nascimento de Souza, 38 anos; os filhos do casal, Caroline Nascimento de Souza (que completaria 15 anos hoje) e Felipe Nascimento de Souza, 13 anos; Jonathas Nascimento Krueger, 30 anos, irmão de Débora; e sua mulher, Adriane Krueger, 30 anos. O casal e os dois filhos moravam em Biguaçu, na Grande Florianópolis. Do outro casal, o marido era catarinense, e a mulher, de Alta Floresta (MT). 

A principal suspeita é de que eles tenham sido vítimas de um vazamento de gás. O grupo estava de férias e havia alugado o imóvel por meio do aplicativo Airbnb. Segundo o advogado da família, Mirivaldo Aquino de Campos, eles chegaram a pedir socorro por meio de uma ligação confusa e desconexa.

Preocupados, os familiares que receberam a ligação no Brasil entraram em contato com a polícia. Um delegado de Florianópolis acionou então o Consulado do Brasil no Chile, que enviou um representante ao apartamento, no sexto andar do prédio de 50 anos. Lá chegando, o diplomata encontrou todos mortos. Autoridades locais e equipes do Corpo de Bombeiros identificaram alta concentração de monóxido de carbono no apartamento, um gás incolor cuja inalação pode levar à morte.

A viagem estava programada havia quase um ano para comemorar hoje os 15 anos de Caroline. No entanto, as vítimas estavam organizando a volta ao Brasil porque Iete Muniz, mãe de Jonathas e Débora, morreu na última quarta-feira por complicações de um câncer de colo de útero.

O velório foi realizado ontem de manhã. Ainda não há informações de quando os seis corpos serão liberados para virem ao Brasil. À rádio BandNews, o advogado disse que os documentos já foram encaminhados. Ontem, o Airbnb, responsável pela locação do apartamento, informou que pagará as despesas de traslado de volta.  


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