Expectativa de vida: Paulista vive 4,8 anos a mais que em 2000

Por Fabíola Salani - Metro São Paulo

Quem nasce no estado de São Paulo tem uma esperança de viver 76,4 anos em média, segundo calculou a Seade (Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados) com base em registros de óbitos de 2018. Isso significa que, hoje em dia, um paulista tem uma expectativa de vida com 4,8 anos a mais do que em 2000.

No mesmo período, caiu de 9 para 6,3 anos a diferença da expectativa de que uma mulher viva a mais que um homem no estado.

O que mais contribuiu nesses indicadores foi a redução das mortes causadas por fatores externos: acidentes de trânsito e “agressões” – como homicídios e latrocínios, disse Carlos Eugenio de Carvalho Ferreira, 72 anos, chefe da Divisão de Projeções Populacionais da Seade. “Em 2000, havia uma proporção de mortes por causas externas muito elevada.”

A coordenadora do Movimento Paulista de Segurança no Trânsito, Silvia Lisboa, disse que desde a criação da entidade, em 2015, o número de mortes em acidentes no estado caiu 15,6%: “1.009 vidas salvas”. “Avançamos, mas ainda há um longo caminho a percorrer.”

Além das mortes por causa externa, Ferreira, da Seade, diz que caíram também os óbitos por doenças do aparelho circulatório. Para ele, o aumento na expectativa de vida é uma conquista. “Hoje, mais paulistas percorrem todas as etapas da vida, e com mais saúde.”

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