Polícia Civil de SP descobre trabalhadores chineses em situação análoga à escravidão no Tatuapé

Por Metro Jornal

A Polícia Civil de São Paulo prendeu em flagrante, nesta quinta-feira (7), um homem de origem chinesa acusado de manter trabalhadores conterrâneos em condições análogas à escravidão. As vítimas foram encontradas vivendo em situação precária de higiene e moradia, num imóvel alugado no bairro do Tatuapé.

Os sete trabalhadores foram trazidos de forma ilegal da China, para trabalhar na marcenaria clandestina que funcionava no local.

marcenaria clandestina sp Reprodução/Polícia Civil

As vítimas não recebiam salário, e tiveram seus documentos confiscados pelo proprietário do imóvel. Eles trabalhavam em jornada ininterrupta, e não eram permitidos a deixar o local.

A marcenaria também não fornecia equipamentos de proteção aos trabalhadores, que dormiam, comiam e faziam a higiene pessoal naquele mesmo lugar.

Agentes do 30º Distrito Policial, do Tatuapé, receberam a denúncia anônima, indicando o galpão na rua Ivai, onde funcionava um comércio clandestino.

O proprietário foi localizado em sua residência, no mesmo bairro, e confirmou ser o responsável pelo local. Ainda acrescentou que recebia apoio de um sócio, residente na China.

O suspeito foi levado à delegacia e foi solicitada perícia do alojamento. O Consulado da China e a Polícia Federal foram comunicados sobre o ocorrido.

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