Chuva deixa rastro de destruição no Rio; 6 pessoas morreram

Por Metro Jornal com BandNews FM

Seis pessoas morreram em razão da forte chuva que caiu no Rio de Janeiro na noite de quarta-feira (6). Na manhã desta quinta (7), a capital fluminense continuava em estágio de atenção.

Duas pessoas morreram no desabamento de um imóvel em Barra de Guaratiba, na zona oeste, e uma faleceu depois de um desabamento na Rocinha, na zona sul.

Na Avenida Niemayer, que liga o Leblon a São Conrado, um trecho da ciclovia desabou. Em outro local da via, um barranco despencou e atingiu um ônibus. Uma das vítimas foi retirada na tarde de hoje.

O temporal deixou diversos pontos de alagamento, arrastou carros, derrubou árvores e invadiu casas. A água entrou até no Shopping Leblon e no Hotel Sheraton, na zona sul. Em Copacabana, os ventos chegaram a 110 km/h.

Um morador registrou o momento em que uma pessoa foi arrastada pela enxurrada.

Veja:

A Prefeitura do Rio de Janeiro decretou luto oficial de três dias.

Transtornos

Essa foi a primeira vez neste ano que a cidade do Rio entrou em estágio de crise, que é o último nível em uma escala de três: atenção, alerta máximo e crise.

Oito cidades da Região Metropolitana entraram no estágio de atenção. Os municípios de São João de Meriti e Petrópolis continuam em estágio de alerta máximo por causa de riscos de deslizamentos e desmoronamentos.

Foram pelo menos 80 chamados sobre ocorrências relativas à chuva que chegaram aos bombeiros, como pessoas ilhadas, quedas de árvores e de postes e desmoronamentos.

O sistema de ônibus BRT foi afetado principalmente na zona oeste; assim como o metrô de superfície. Vários voos foram cancelados nos aeroportos, que não chegaram a fechar, mas operaram com instrumentos.

Duas sirenes foram acionadas antes das 22h, horário em que a chuva já havia causado muitos estragos na cidade.

temporal rj onibus BandNews FM

Costa Verde

A Costa Verde fluminense também sofre com as chuvas. A Prefeitura de Mangaratiba já cancelou o Carnaval na cidade por causa dos estragos.

Em Angra dos Reis, foram 36 horas de temporal e a Defesa Civil faz agora vistorias nos imóveis para saber se correm risco de desmoronar.

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