No sábado, São Paulo terá Dia D de combate e vacinação contra febre amarela

Por Metro Jornal

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) promove neste sábado (2) o primeiro dia D de Combate às Arboviroses (dengue, zika, chikungunya e febre amarela) de 2019. A terceira mobilização do Plano Municipal de Enfrentamento às Arboviroses, desde novembro de 2018, terá mais de 1200 atividades dentre orientação à população, controle com busca ativa por criadouros do mosquito Aedes aegypti e intensificação da vacinação contra febre amarela, em todas as regiões da cidade.

A iniciativa contará com a atuação de mais de 100 militares de unidades do Comando Militar Sudeste, que foram capacitados pela Coordenadoria de Vigilância em Saúde (Covisa) e Coordenação de Atenção à Saúde (CAS), no último dia 10. Na ocasião, os militares participantes foram vacinados contra a febre amarela e receberam instruções sobre o trabalho de prevenção às Arboviroses, como a importância do controle de criadouros do mosquito e detalhes sobre a atuação dos agentes de saúde. A cerimônia de certificação dos militares para ação integrada de combate ao Aedes aegypti e vacinação contra a febre amarela, acontece nesta sexta-feira (1).

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O dia D terá ainda uma força-tarefa composta por 14 mil profissionais da saúde que atuarão em diversas frentes. A intensificação da vacinação contra a febre amarela vai ocorrer em Unidades Básicas de Saúde (UBS) e em ações extramuros, com postos volantes, em locais como praças, parques, shoppings e estações de trem e de metrô. Também será feita a busca para localizar pessoas que ainda não foram imunizadas, panfletagem com material educativo e inspeção em regiões vulneráveis para abrigo de criadouros do Aedes aegypti.

Em 2017, a capital paulista contabilizou 866 casos confirmados de dengue. No ano passado, foram 555 casos confirmados, e outros 30, em 2019, até 22 de janeiro. O município teve ainda 33 casos com diagnósticos positivos para chikungunya em 2017 e 32 em 2018. Foram três casos de zika vírus em 2017 e nenhum no ano passado. O maior crescimento foi o de notificações de febre amarela silvestre, que subiram de zero em 2017, para 13 casos confirmados no ano passado, causando a morte de seis pessoas, sendo os 13 casos autóctones, ou seja, contraídos no município de São Paulo.

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