Por um voto, Suprema Corte dos EUA aprova proibição de Trump a militares transgênero

Por Metro Jornal

A Suprema Corte dos Estados Unidos aprovou a proposta da administração de Donald Trump, que veta a presença da maioria das pessoas transgênero nas Forças Armadas do país.

Numa votação de 5 votos contra quatro, as anteriores decisões dos tribunais inferiores, que haviam impedido a proibição de vigorar, foram suspendidas. Votaram contra os juízes Ruth Bader Ginsburg, Stephen Breyer, Sonia Sotomayor e Elena Kagan. Atualmente, o Supremo conta com uma maioria conservadora.

Trata-se de uma grande vitória para a administração de Trump, desgastada por polêmicas envolvendo a campanha do atual presidente, o muro na fronteira com o México, e a paralisação do governo.

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A presença de tropas transgênero está em vigor desde junho de 2016, quando, após um longo período de proibição, a administração de Barack Obama as liberou. Opositores da proibição argumentam que reincorporá-la seria infringir uma cláusula de proteção constitucional, garantida a todos os cidadãos americanos.

A justificativa do Pentágono para tal proibição, com respaldo do Departamento de Defesa dos EUA, é de que a incorporação de pessoas transgênero "coloca em risco a letalidade e eficácia militar".

Após a permissão da Suprema Corte, o poder executivo encabeçado por Trump poderá iniciar conversas para implementar a proibição.

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