69% das pessoas não poupam para impostos e despesas extras do começo de ano

Por Metro Jornal

Pelo menos dois em cada grupo de três brasileiros não se planejam para as despesas extras de começo de ano, como IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores) e material escolar. É o que aponta uma pesquisa realizada pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito). Segundo o levantamento, o percentual de consumidores que não juntaram dinheiro ao longo do ano para arcar com essas despesas sazonais é de 69%.

A pesquisa mostra ainda que apenas 9% dos brasileiros disseram ter condições de liquidar as contas de agora com os próprios rendimentos e que 11% dos entrevistados não fizeram nenhum tipo de planejamento para os compromissos típicos deste período. Na maior parte das vezes, acabam recorrendo a empréstimos – cheque especial, cartão de crédito –, o que torna muita gente endividada já nos primeiros dias do ano.

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“O recomendável é que o consumidor já tenha traçado no final do ano passado um planejamento das suas despesas sazonais, separando mensalmente uma quantia para essa finalidade. Quem ainda não teve tempo ou nem pensou nisso precisa agilizar a organização para não passar sufoco”, diz a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

Segundo ela, para quem já possui uma reserva financeira, o ideal é quitar de uma vez o pagamento do IPTU e do IPVA. “Assim, o consumidor se livra dessas despesas e fica com orçamento menos pressionado nos meses seguintes”, afirma.

À vista ou parcelado?

Para descobrir se o desconto no pagamento à vista é vantajoso sobre o parcelamento, o consumidor deve fazer um cálculo. O passo mais importante é avaliar se o desconto oferecido é maior do que o valor que esse dinheiro renderia caso estivesse em alguma aplicação financeira. Observando, sempre, que estados e municípios têm regras próprias de desconto. Veja simulação:

simulação ipva
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