Atirador de Campinas era solteiro e tinha mania de perseguição

Por Metro Jornal Campinas

O analista de sistemas Euler Fernando Grandolpho, de 49 anos, era campineiro e morava em Valinhos. Segundo as testemunhas ouvidas pelos policiais, ele tinha dificuldade de convivência social, seria usuário de drogas e  teria mania de perseguição. Na casa dele, a polícia encontrou cartas e manuscritos, mas o teor não foi informado. A família, no entanto, contou aos investigadores que ele já falava em matar pessoas e havia procurado tratamento no CAPs (Centro de Atendimento Psicossocial)

Quando morava em Barueri, chegou a anotar placas de carros com som alto para fazer uma relação e registrar boletim de ocorrência. Uma pessoa próxima, que não quis ser identificada, afirmou que o rapaz era tranquilo e ajudou a cuidar dos filhos do irmão – que morreu de leucemia há dois anos. Ele também perdeu a mãe em razão de um câncer. Ele deixa um pai aposentado e uma irmã.

O responsável pelo ataque na Catedral possuía conta no Facebook, mas com apenas oito amigos.

Tinha também uma segunda conta cadastrada, mas esta página não tem ninguém conectado.   

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