Atirador agiu sozinho e não escolheu vítimas, diz polícia

Por Rose Guglielminetti- Metro Jornal Campinas

O atirador Euler Fernando Grandolpho, que matou cinco pessoas, após abrir tiros contra os fiéis na Catedral Metropolitana de Campinas nesta terça-feira (11/12), agiu sozinho e não escolheu vítimas, dizem os delegados da Polícia Civil que estão dando uma coletiva de imprensa neste momento.

Segundo eles, o atirador reclamava de perseguição e dos vizinhos. Tinha uma vida isolada e não tinha namorada. À polícia a família informou que ele passou pelo CAPs, mas a Prefeitura de Valinhos, por exemplo, nega que ele tenha sido paciente. A família informou ainda que não tinha acesso ao diário – onde ele faz referências à tragédia de Realengo e fala de perseguição.  O delegado Rui Pegolo disse que eles começaram a ler algumas coisas. “Ele fazia do caderno uma espécie de diário. Dá pra perceber que ele tinha alguma mania de perseguição. Anotação de carros, vizinhos e própria família. Isso era característica dele”, disse ele.

A policia diz que ele disparou 22 tiros. A família não tinha conhecimento de que ele tinha arma, mas os delegados disseram que ele tinha familiaridade com arma de fogo. Para a policia, ele não conseguiu a arma legalmente .

O atirador tinha uma moto que vendeu. A Polícia, no entanto, disse que o dinheiro ficou com o pai – que  dava o dinheiro a conta gotas.

Catedral

A Polícia não encontrou nenhuma informação que mostrasse que havia um plano dele ir à catedral para cometer o massacre.

De acordo com a Polícia, ontem ele de manhã na casa, almoçou lá, e depois saiu.

Com informações de Felipe Pereira

 

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