Polícia tenta esclarecer dúvidas sobre o assassinato do jogador Daniel

Por Metro Jornal

O assassinato do jogador Daniel Corrêa Freitas no fim de outubro em São José dos Pinhais (PR) segue cercado de mistérios.

Até o momento, quatro pessoas já foram detidas. Edison Brittes, 38 anos, Cristiana, 35, e uma das filhas do casal, Allana, 18, estão presos desde a semana passada. Na quarta-feira (7), um primo de Cristiana, de 19 anos, foi preso em Foz do Iguaçu (PR).

O ex-jogador do São Paulo foi assassinado após uma festa na casa de Edison, principal suspeito. A defesa do empresário conta que ele teria flagrado Daniel tentando estuprar a sua esposa. O atleta foi espancado por Edison e outros participantes da festa, que o levaram em um carro. O corpo da vítima foi encontrado no dia seguinte com a cabeça parcialmente degolada e o órgão sexual decepado.

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Para o promotor João Milton Salles, responsável pela apuração do caso, Daniel estava com grande teor alcoólico e não teria conseguido cometer o estupro. “Esse crime foi cometido por várias pessoas. Eles sabiam exatamente o que estavam fazendo”, disse o promotor João Milton Salles. “Nada justifica o sadismo e a violência desse crime, me saltou aos olhos pela crueldade”.

O que a polícia ainda tenta esclarecer no caso

  • Participantes.
    Edison Brittes disse ter matado Daniel sozinho, mas a polícia tem mais três suspeitos na mira. Pelo menos dez pessoas estavam na casa.
  • Motivação.
    A defesa da familia Brittes sustenta que Daniel tentou estuprar Cristiana. A polícia e o Ministério Público não acreditam nessa versão.
  • Celulares.
    Cristiana Brittes teria encaminhado seu celular para a assistência técnica, a fim de que todos os dados fossem apagados. O celular de Daniel foi destruído.
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