Eleições 2018: Bolsonaro impulsiona os partidos nanicos

Por Metro Jornal

A “onda Bolsonaro” vitaminou o então nanico PSL. O partido que em 2014 havia disputado somente o governo do Rio Grande do Norte – e ficado em último lugar -, só não lançou mais candidatos a governador do que o MDB – conseguiu chegar ao segundo turno em Roraima, Santa Catarina e Rondônia, os dois últimos com candidatos militares.

O PSB reelegeu governadores na Paraíba e Pernambuco, além de levar o Espírito Santo no primeiro turno.  Ainda disputa o segundo turno em outros quatro estados de quatro regiões diferentes.

Os nanicos também surpreenderam em Minas Gerais, com Romeu Zema (Novo) liderando as eleições, e no Rio de Janeiro, onde Wilson Witzel (PSC) recebeu mais do que o dobro dos votos de Eduardo Paes (DEM), que liderava as pesquisas. Tanto Zema quanto Witzel  se identificam com Bolsonaro e também foram beneficiados pela ascensão do ex-capitão. Ambos disputarão o segundo turno.

O PT elegeu três governadores no primeiro turno; o DEM elegeu dois e PCdoB, PHS, PSD, PP e MDB elegeram um cada. Apesar de não ter eleito ninguém no primeiro turno, o PSDB disputará o segundo turno em cinco estados.   

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